A presidente Dilma Rousseff (PT) assinou decreto
regulamentando a criação do Banco Nacional de Perfis Genéticos, com
objetivo de identificar autores de crimes entre pessoas que já
praticaram delitos. De acordo com a lei, pessoas condenadas por crimes
hediondos ou violentos de natureza grave terão de ser submetidas ao
exame de DNA. Os perfis genéticos delas constarão no banco de dados
somente enquanto o crime não estiver prescrito. De acordo com o
Ministério da Justiça, atualmente, 15 estados têm estrutura para o
compartilhamento e a comparação de perfis genéticos.No Banco Nacional de
Perfis Genéticos, serão centralizados não só dados de criminosos como
os de desaparecidos. Esses dados terão de ser cedidos voluntariamente
pelos familiares e só poderão ser utilizados para ajudar nas buscas. O
órgão será coordenado por um comitê gestor com Ministério Público,
Defensoria Pública, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Comissão
Nacional de Ética em Pesquisa.
Desde que teve o nome cogitado para assumir o comando do diretório estadual do PDT, Marcelo Nilo nega peremptoriamente a movimentação. O presidente atual é Alexandre Brust e, por enquanto, nada muda. Brust e o presidente da Assembleia Legislativa compartilham o alinhamento ao projeto estadual e nacional da base petista. A relação entre PDT e PT nacionalmente ficou estremecida desde que o presidente da sigla foi exonerado do Ministério do Trabalho. Piorou quando a presidente Dilma Rousseff bancou a escolha de Brizola Neto. Embora o partido não o tivesse indicado. Á época, Brust declarou que a decisão não foi tomada de maneira correta. O equívoco foi não ouvir os trabalhistas aliados a Lupi. Brizola Neto é desafeto do dirigente nacional e tem grupo interno dentro da sigla. Entre eles não estão Brust e tampouco Nilo. O presidente da Assembleia Legislativa afirmou que agora, com a saída de Neto para entrada de Manoel Dias no Trabalho, as fissuras fecharam. “Agora sim h...
